quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Caça ao Tesouro digital usando o QR Code

A brincadeira chamada "Caça ao Tesouro" pode ser muito divertida e instigante para crianças e adolescentes. Pode ajudar no desenvolvimento físico e intelectual. Na verdade, esta brincadeira pode se tornar memorável! Para ser assim ela depende de um bom planejamento de um adulto. 
Ela consiste basicamente em encontrar um tesouro através de pistas. A primeira pista é apresentada e esta, após ser decifrada, levará os participantes até outra pista e assim até chegar ao tesouro. Ela pode ser feita de várias formas, e na nossa, fizemos diferente de quade todas. Nela tesouro vai sendo encontrado ao longo do trajeto. E, como vivemos na era digital, utilizamos o QR Code. Para decifrar as pistas utilizamos um aplicativo de celular chamado Leitor de QR Code. Para saber mais sobre o funcionamento deste código clique aqui.
Nossa proposta foi inspirada em um relato de experiência de uma professora de uma cidade do interior do Piauí apresentado no site porvir.org Para conhecer esta experiência, leia o código abaixo. 


Como foi visto no link sobre o funcionamento do QR Code, podemos utilizar este mecanismo para codificar textos, links para sites ou blogs, dados pessoais, referências geográficas, entre outras coisas. No nosso caso, colocamos um texto, um poema do Drummond - Ausência, dividido entre as pistas, orientações para fazer selfie, link para um canal do Youtube, o sala de aula 3.0 Através das pistas apresentamos também um site muito interessante para todos nós, professores do Ensino Fundamental, que é o Escola Digital.
Para utilizar o QR Code para criar um Caça ao Tesouro pedagógico é muito fácil, porém, depende de um bom planejamento da brincadeira. 
Para criar os códigos devemos procurar sites na internet que são "geradores de QR Code".  Existem vários, alguns onde é preciso fazer um cadastro e outros totalmente gratuitos e sem cadastro. Um exemplo este é o goqr.me


 Nesta tela, para textos, adicionamos textos de até 300 caracteres. Logo após a inserção, o código é gerado. Basta fazer o download do arquivo e salvá-lo. Temos a opção de baixá-lo em png ou jpeg. Os dois são formatos de imagem, que posteriormente, poderemos utilizá-lo onde for melhor. 

Clique em PNG ou JPEG e salve a imagem

É simples assim, sem mistério. Para colocar o endereço de um site, clique no ícone do globo, no passo 1. Type, conforme a primeira tela.
Sempre use o http:// antes. 
Para obter o leitor do QR Code, baixe o aplicativo no seu celular e... Experimente!

 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Desafio nas nuvens... Nuvens de palavras!

Sim está proposto o desafio: criar uma atividade em que se utilize  "Nuvem de Palavras"! A nuvem de palavras é criada a partir da colocação de um texto no site www.wordle.net  As palavras que aparecem mais ficam em destaque, aparecem em tamanho maior. Aquelas que aparecem menos, aparecem em tamanho menor.  Podemos, inclusive, criar nuvens com palavras pré selecionadas e, propositadamente repetidas mais vezes para que apareçam em tamanho maior. Assim como a que está logo abaixo.


 O primeiro passo é escolher um texto. Pode ser digitado por nós, pode ser retirado de algum site. Basta selecioná-lo e copiá-lo: Ctrl + C.

Acessando o site: www.wordle.net encontramos uma tela como a abaixo:
 Ao clicar em Create abrirá uma nova janela como a que está abaixo. Clicamos em seu interior e colamos lá o nosso texto. Depois, clicamos em Go.

A Nuvem de palavras está feita!
Podemos alterar a configuração da Nuvem, clicando em Randomize. Apesar do site estar em inglês, conseguimos alterar nossa Nuvem explorando as abas que se localizam na parte superior como Color, Layout, Font. Após escolhermos o formato da nossa Nuvem, basta salvá-la, clicando na parte de baixo, à direita, Save as PNG.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Avaliação por Rubricas: formativa, transparente e sem "pegadinhas".

A ABP - Aprendizagem Baseada em Projetos (ou em Problemas), foi tema do nosso segundo encontro. Esta metodologia coloca para os estudantes uma série de desafios no desenvolvimento dos trabalhos. O professor, como mediador da construção do conhecimento, demanda e orienta os estudantes em diversas etapas, como pesquisa sobre o tema, investigação "in loco", proposta de intervenção ou de solução dos problemas, divulgação dos resultados e apresentação de todo o trabalho.  Todo este processo pode envolver produção multimídia, construção de maquetes, campanhas com mobilização de pessoal, encenação, produção de vídeo, produção de blog, de música, apresentação dos trabalhos com recursos audiovisuais entre outros. Os trabalhos normalmente são ricos e complexos. Aí vem uma questão importante que toca todos os professores: como fazer uma avaliação justa?

Para ilustrar a situação vale lembrar do trabalho que foi proposto partindo-se de uma situação problema hipotética. Um palestrante muito esperado por toda a comunidade escolar foi impedido de se apresentar. Hipoteticamente ele foi atingido pelo H1N1 ou pela Febre Chikungunya (poderímos escolher).
Partimos desta situação problema para desenvolver o trabalho em diversas etapas de acordo com o esquema abaixo.








Para avaliar um trabalho tão complexo precisamos definir critérios objetivos e níveis de expectativa.
Apresentamos, então, no nosso último encontro a Avaliação por Rubricas como possibilidade.
Segundo definição de Maria Alice Soares

"Rubricas são esquemas explícitos para classificar produtos ou comportamentos, em categorias que variam ao longo de um contínuo. Podem ser usadas para classificar qualquer produto ou comportamento, taiscomo redações, ensaios,trabalhos de pesquisa, apresentações orais e atividades. A avaliação pode ser feita pelos próprios estudantes, ou por outros, como professores, outros alunos, supervisores de trabalho ou revisores externos. Rubricas podem ser usadas para prover feedback formativo dos alunos, para dar notas ou avaliar programas. 

Leia todo o artigo clicando aqui.

Exemplo de rubrica do bom participante:
Na primeira coluna, descrevemos os critérios. Nas outras, os níveis de expectativa, sendo o último o mais elevado. É bom evitar que tenham muitos critérios para que os estudantes não se percam. Evite mais que cinco critérios numa avaliação.
É importante lembrar que este tipo de avaliação deve ser apresentado ao longo do trabalho, e não no final. Isto se faz necessário para que os estudantes possam conhecer, de antemão, os critérios que servirão de referências para sua avaliação e possam buscar o nível máximo.
Esta forma de avaliação pode ser utilizada, não só pelos professores, mas também em uma auto avaliação criteriosa. É interessante que os níveis sejam colocados na primeira pessoa, para que os estudantes se vejam ali.
É sempre importante também que o professor pesquise mais sobre o assunto e experimente. Que sejam feitas as adequações às diversas situações.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Editar vídeos na escola: OpenShot

Um celular na mão e um problema que nos desafia: ok, vamos produzir um vídeo!
Geração Z: conectada, multitarefa e na nossa sala de aula.


A grande nuance dessa geração é ser conectada e multitarefa. Nascido a partir de meados dos anos 1990 e principalmente no século XXI, essa juventude muda de um canal para outro na televisão, vai da internet para o smartphone, do smartphone para o vídeo e retorna novamente à internet, tudo isso ouvindo música e conversando com os amigos. Seu mundo é conectado e rápido.

https://www.youtube.com/watch?v=mHTA0jGM5rs
A importância da educação audiovisual, baseado na teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner.
Clique na imagem para ver o vídeo
 
Parte 1 

Garotas e garotos da Geração Z, em sua maioria, nunca conheceram o planeta sem computador, chats, telefone celular. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Aprenderam a conviver com a globalização já na infância. Desenvolvem amizades com quem nunca viu de perto e, muitas vezes, não convive bem com que está ao seu lado. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos 

  Enquanto os demais buscam adquirir informação, o desafio que se apresenta à Geração Z é de outra natureza. Ela precisa aprender a selecionar e separar o joio do trigo. E esse desafio não se resolve com um micro veloz. A arma chama-se maturidade. É nisso, dizem os especialistas, que os jovens precisam trabalhar. Como sempre. Aí entra a escola, para colocá-los a trabalhar de forma organizada e, assim ajudá-los a desenvolver as capacidades e competências necessárias para sua maturidade. 
Parte 3 
O trabalho com produção de vídeo é uma opção que a escola pode oferecer a esta geração para desenvolver estudos e investigações sobre diversos temas. Se para crianças e adolescentes de algumas gerações anteriores desenvolver trabalhos e pesquisa de forma colaborativa significava trabalhar com papel almaço, cartolina, tesoura e cola, além de enciclopédia e revistas, hoje eles podem fazer diferente. Através do uso dos dispositivos e tecnologias digitais como smartphones e computadores, eles podem desenvolver trabalhos com muita qualidade. Bem orientados os estudantes podem produzir reportagens investigativas, documentários, animações ou ficções em vídeo para todas a áreas de conhecimento e para os mais diversos fins. Incentivo, oportunidade e alguma ajuda são fundamentais para eles se envolverem de forma empolgante com este tipo de tarefa. 
Parte 4  
Nossas escolas municipais de Belo Horizonte contam com laboratórios de informática que utilizam o sistema operacional Linux. Na suíte “multimídia” está localizado um editor de vídeos chamado OpenShot (caso não esteja presente basta a escola solicitar sua instalação). Ele oferece a possibilidade de trabalhar a edição de vídeos com ótimos recursos e com uma interface amigável, sem exigir grandes conhecimentos. Outro programa que pode ser utilizado é o Movie Maker, programa presente na maioria dos computadores pessoais com sistema operacional Windows. O programa a ser utilizado pouco importa. O importante são as orientações para que seja desenvolvido um bom trabalho.
Parte 5 

E sobre o OpenShot, temos tutoriais para que se possa fazer o fundamentai de uma edição. Basta clicar sobre as imagens. Desfrutem! 

Parte do texto inspirado em
http://brasil.elpais.com/brasil/2015/02/20/politica/1424439314_489517.html


Editar é a etapa final
Orientações para desenvolver um bom trabalho com produção de vídeo na escola

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Blog interessante sobre o assunto

 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Aprendizagem Baseada em Projetos (ou em Problemas) - ABP

Tecnologia ou Metodologia?

Esta pergunta passa a ser muito interessante quando percebemos que, no mundo de hoje, as TICs - Tecnologias da Informação e Comunicação e seus dispositivos estão presentes em quase todas as áreas do campo profissional. De uma forma geral, as escolas utilizam dessas tecnologias, porém, principalmente na gestão e muito pouco nas atividades pedagógicas. Mas, será que basta incorporar a tecnologia para desenvolver uma boa aula?
Clique na imagem abaixo e avalie. 

https://www.youtube.com/watch?v=IJY-NIhdw_4



Bons professores permanecem em nossas vidas
Por Ivani Cardoso

Muitas vezes os professores levam a culpa pelas dificuldades de aprendizagem dos alunos, mas nem sempre os que fazem um bom trabalho recebem elogios. Lúcia Maria Teixeira, escritora, Mestre e Doutora em Psicologia da Educação, com Graduação em Psicologia e Presidente da Universidade Santa Cecília (Santos-SP), garante que os professores que deixam marcas positivas permanecem conosco até a eternidade. Mas isso não é tão fácil. Professores devem incentivar alunos a deixarem de ser meros receptores de informações e passarem a ser protagonistas do conhecimento. 
 Veja trechos da entrevista: 

Qual é a grande contribuição do professor?
Comprovei também o fato de os professores basearem sua prática, principalmente, na atuação dos antigos docentes e na relação que com eles tiveram. Esse é um dado fundamental para quem trabalha na formação e educação de professores. Professores que deixam marcas positivas incentivam estudantes a refletir e a se tornar autores, isto é, serem sujeitos do que acontece e do que poderão estar ajudando a acontecer, no desafio do conhecer. É um ciclo virtuoso de reprodução das relações escolares, que se leva para toda a vida. Um bom professor permanece conosco até a eternidade.
 Como fazer para que os professores sejam mais do que meros transmissores de conhecimentos?
O professor precisa estar sempre estudando, aprendendo, e ter condições para tal. Assim ele poderá estimular o aluno, desde o Ensino Fundamental até a Pós-Graduação, a desenvolver o método científico, ser criador, construtor de conhecimentos. O aluno precisa ser desafiado, convidado a constantes ações (atividades), operações com ideias, elaboração de produções próprias, escolhidas por eles mesmos, sob orientação dos professores. Isto é motivador para o esforço do estudante e também do professor. Professores sabem ensinar, mas só os mestres sabem perguntar, valorizar a resposta que o outro pode dar.
Como chegar ao coração e às mentes desses jovens ligados em celulares, redes sociais, Internet?
Eles vêm para a escola com um outro ritmo mental. Vivência virtual gera urgência, excitação constante. A escola não pode ignorar isso, mas precisa lhes dar elementos que os faça refletir sobre toda essa informação, com a qual lidam de forma impaciente, superficial. As mídias eletrônicas podem ser aliadas dos educadores. Em tempos de uso das novas Tecnologias da Informação em Educação (TIC´s), incentivar alunos a deixarem de ser meros receptores de informações e passarem a ser protagonistas do conhecimento. Ao invés de pedir para que o aluno faça uma pesquisa pela Internet, por exemplo, podemos estimular para que ele use os dados desta ferramenta de pesquisa para criar textos próprios (nem que seja num blog ou até mesmo uma produção de sua autoria, envolvendo imagens num canal do Youtube...).

Leia a entrevista completa no link abaixo:

Nesta  perscpectiva apresentamos como proposta metodológica a ABP - Aprendizagem Baseada em Projetos. Esta metodologia é também defendida pelo professor Nilbo Nogueira, Doutor em Educação, como uma boa proposta metodológica para trabalhar com os estudantes da chamada Geração Z.

Clique na imagem para assistir ao vídeo.
https://www.youtube.com/watch?v=eguk20OL76c


Nessa mesma linha de trabalho, apontamos as seguintes características que fazem parte do desenvolvimento de uma boa prática de ABP:


Como exemplos concretos de trabalho com as características apontadas acima, apresentamos os vídeos realizados em duas Escolas Municipais de Belo Horizonte - MG.

Basta clicar sobre a imagem.

Controle de Pombos - E.M. Francisca de Paula

https://www.youtube.com/watch?v=k3Ra2IaYmJk


A Raiz do Meu Cabelo - E.M. Hilda Rabello Matta

https://www.youtube.com/watch?v=fIrodCdsjys


Proposta de Trabalho do Teitec

Nossa proposta de trabalho para os participantes da formação em serviço Teitec envolve não só a aprendizagem de recursos tecnológicos como um exercício de metodologia. Para isso foi criada uma situação problema em que, hipoteticamente uma pessoa de grande renome foi contratada para falar  sobre a relação Escola - Comunidade. Esta escola, extremamente abalada por problemas de violência, estava sob risco de fechamento definitivo em virtude da situação extremamente adversa que vivia. A expectativa era grande e o ginásio estava completamente lotado de pais, professores, funcionários e estudantes aguardando a fala do eminente professor. Diante da grande plateia ansiosa e já em atraso relativo ao horário marcado, o diretor anuncia: o palestrante não vem! Foi afectado pelo vírus do H1N1(ou da Chikungunya).

Esta situação problema foi o ponto de partida para o início dos trabalhos de investigação em relação à doença.

Etapa 1
Formação de grupos ou duplas para início da pesquisa sobre o assunto:
  • Características
  • Sintomas
  • Forma de Transmissão
  • Prevenção
  • Dados (Regional, Cidade, Estado, etc)
Este trabalho deve ser feito de forma colaborativa com a utilização de pesquisa de texto e imagens através da internet, compartilhada via Google Drive. A parte escrita deve ser construída no Documentos Google.

Etapa 2
Início de uma investigação "in loco" através da gravação de imagens em vídeo de entrevistas com pessoas da própria escola, falando sobre experiências sobre o assunto.
Este exercício é fundamental para a segunda parte do nosso trabalho que é aprender o processo de Edição de Vídeo. Essa é a temática do nosso terceiro encontro.



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Sobre Fotografias e Apresentações

O objetivo do nosso primeiro encontro é conhecer melhor o potencial das apresentações. No nosso caso utilizamos o programa chamado IMPRESS. Ele faz parte do pacote do Libre Office. Pode-se baixar livremente e legalmente todo o pacote através do site www.openoffice.org ou clicando aqui.
Este programa pode ser um grande aliado nosso e dos nossos estudantes, pois permite construir ótimas apresentações. Associar texto e imagem e ainda incluir links utilizando o IMPRESS pode ser feito com muita facilidade, produzindo resultados dinâmicos e eficientes. Uma boa apresentação produzida neste programa pode potencializar a qualidade na comunicação tanto no sentido professor - aluno quanto aluno - professor. Seu equivalente da Microsoft é o Power Point. 
Para construir uma apresentação precisamos estar atentos a alguns detalhes. O vídeo abaixo oferece dicas sobre estes aspectos.
Clique aqui para ver o vídeo com as 05 dicas sobre como construir boas apresentações e aqui para outras dicas.
Porém, ao produzir uma apresentação devemos estar atentos ao seu propósito fundamental: orientar a fala do apresentador e ilustrar seus argumentos. De forma geral as boas apresentações, feitas com este propósito, não devem trazer o conteúdo da fala e nem muito texto. Deve ser constituída, principalmente, por tópicos, imagens e link para imagens, mapas, gráficos, vídeos, outros sites, etc.  Mas, o Impress pode ser utilizado também para outras funções, como criar e apresentar estórias autoriais em conjunto com os estudantes dos anos inicias. Pode-se utilizar fotografias, desenhos e balões de texto. Fica interessante, lúdico e divertido! 
Cartaz feito no Impress
Além disso, pode-se construir peças gráficas, ou seja, cartazes, banners, jornal mural, etc em qualquer tamanho, configurando sua página e Exportando o arquivo para um outro formato. 
 
É bom ter em mente que boas imagens podem valorizar muito as apresentações. Se as imagens forem produzidas pelo autor ou autores podem valorizá-la ainda mais. Assim as apresentações terão caráter mais autoral e exclusivas.E para melhorar a qualidade das nossas fotos, vão algumas dicas de como melhorar nossas fotografias.



ENQUADRAMENTO

Uma boa foto normalmente tem como característica um bom enquadramento. Ela deve apresentar um bom aproveitamento do espaço na captura da imagem. Parece simples, mas no momento do click nossa visão, que é concentrada, pode nos enganar. Ela pode nos levar a ver apenas motivo principal, nos deixando esquecer do resto. Assim, pode ocorrer desperdícios de espaço no quadro e possibilitar também a entrada de ruídos na imagem. A sugestão é utilizar o lema de hoje sobre o consumo de água: vamos evitar o desperdício. No nosso caso, desperdício de espaço na nossa foto. E vamos ficar  sempre atentos a elementos indesejados dentro do quadro, os chamados ruídos, e evitá-los.
Desperdício de espaço
Espaço bem aproveitado

Dica quente: antes do click observe os quatro cantos do visor para ter clareza de toda a imagem que será registrada. Verifique bem o que você quer, mas também o que você não quer no seu quadro. Evite os ruídos e desperdícios. Experimente mudanças de posição e não se esqueça do zoom, um ótimo recurso melhorar o enquadramento.
                          
Atenção: o principal requisito para se tornar um bom fotógrafo é desenvolver um olhar cuidadoso. É preciso observar o quadro todo e não apenas o objeto principal da nossa fotografia. Exercite muito o seu olhar ao fotografar, mas também ao observar fotografias prontas. O principal requisito para se tornar um bom fotógrafo é desenvolver um olhar cuidadoso.
NITIDEZ
Outra característica de uma boa foto é apresentar uma imagem nítida e limpa. Tremores, borrões e falta de foco depreciam a fotografia. Pra evitar esses fatores, precisamos, basicamente, de duas coisas: firmeza nas mãos e fazer o foco no nosso objeto. E para focalizar pressionamos o botão de disparo até o primeiro estágio. Aguardamos a confirmação do foco e depois pressionamos o restante.   Click!
Foco na grade

Foco no prédio

  
É sempre bom conhecer nosso equipamento fotográfico. Alguns dispositivos nos permitem escolher o ponto de focalização deslizando o dedo na tela ou colocando o dedo onde desejamos focar. Desta forma ficamos no comando da situação. Conheça melhor e explore sua câmera ou smartphone para obter mais controle. 
COMPOSIÇÃO DA IMAGEM Quando há mais de um objeto de interesse a ser fotografado, pessoas e fundo, por exemplo, precisamos pensar na relação dos dois ao compor o quadro.
Avalie a importância de cada um e reserve espaços adequados para os dois. Uma boa dica é usar a regra dos terços. Os pontos de interseção das linha são pontos fortes da imagem. É interessante colocar nosso objeto principal coincidindo com um deles





Foco feito no palhaço


       
Outra questão numa foto com mais de um objeto de interesse é o ponto de foco.
Devemos fazer a focalização sempre no que está em primeiro plano. Depois, reenquadramos a imagem com o botão pressionado e... click! Este procedimento garante foco no objeto principal o fundo também com boa qualidade.Mais dicas?Click aqui

ILUMINAÇÃO
Se ao fotografar gravamos a luz refletida nas pessoas e nas coisas, precisamos observar bem como essa luz ilumina nossa cena. E as luzes são muitas: sol direto, sombra, tempo nublado, contra luz, ambientes fechados, noite, etc. Melhor que ela seja suficiente e equilibrada. Observe bem... observe sempre.
É interessante evitar sol e sombra na mesma cena. Pode haver prejuízo em uma das partes. Portanto, é importante observar sempre como a cena é iluminada e, quando possível, fazer mudanças de posição ou ajustar o objeto a ser fotografado.





Evite sol e sombra na mesma imagem


Valor de Exposição
Pode-se fazer alguns ajustes na luminosidade da cena através de um recurso chamado EV – Valor de Exposição. Ao localizar o recurso, deslocamos o cursor na escala para variar a luminosidade da cena. Para + a cena fica mais clara e para ela fica mais escura. Vale a pena experimentar.
Escala do Valor de Exposição


EV 0
EV -1



sexta-feira, 8 de abril de 2016

Educação e Tecnologia - possibilidades

O assunto das TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação – nas escolas vem ganhando cada vez mais espaço nos debates educacionais. As instituições de ensino não podem mais ficar para trás, devendo estar inseridas em um mundo cada vez mais conectado.

Colaboração, criatividade, inovação e resolução de problemas são as exigências reais dos dias de hoje e transformaram-se em condicionantes tão importantes quanto os conteúdos mais básicos da aprendizagem. Para caminharmos, nesse sentido, é essencial levar a tecnologia digital para dentro das salas de aula como uma poderosa ferramenta a serviço do ensino e da aprendizagem.

Nesse contexto, o papel do professor é crucial. Assim como profissionais de outras áreas têm passado por processos de formação para aquisição de habilidades tecnológicas, educadores precisam se apropriar das novas tecnologias para serem capazes de avaliar e utilizar as melhores estratégias pedagógicas.

Num mundo globalizado e interconectado, onde as informações e o conhecimento estão a apenas um “clique”, é impossível pensar em escolas divorciadas deste mundo novo. A tecnologia obviamente não é um fim em si mesmo. Ela é um meio, uma estratégia que pode e deve ser potencializada para melhorar a qualidade das aulas, despertando a atenção e a criatividade das crianças e dos adolescentes, tornando o processo de aprendizado mais instigante, dinâmico, interativo e participativo.



A proposta do TEITEC é desenvolver um processo de formação dos professores para potencializar o uso das ferramentas digitais em prol de uma aprendizagem mais significativa e conectada com a sociedade do conhecimento.
Sejam bem vindos!